Cerro do Castelo de Odemira

Freguesia/Concelho: União de freguesias São Salvador e Santa Maria (Odemira)

Localização: 37°35'49.45" N; 8°38'37.57" W (C.M.P. 1:25000, Folha 553)

Cronologia: Idade do Ferro

O Cerro do Castelo de Odemira é o mais importante sítio arqueológico da Idade do Ferro do concelho de Odemira. À povoação proto-histórica e romana, ocupada entre os séculos IV a.C. e I d.C., seguiu-se no mesmo local, depois de um longo período de abandono, o castelo do período árabe tardio, à volta do qual cresceu ao longo da Idade Média o centro histórico da vila de Odemira.

A povoação da Idade do Ferro procurou a maior proximidade ao rio e à área mais interior do estuário do Mira até onde era permitida a navegação de embarcações marítimas de médio calado. Estabeleceu-se sobre um cerro pouco alto e alongado da margem direita do rio (que, provavelmente, era mais largo e menos assoreado), em local onde se conjugavam uma série de factores importantes: uma várzea extensa e fértil, jazidas de minérios de ferro e chumbo argentífero na envolvência e, não menos importante, o ponto de confluência no último vau do Mira antes da foz, a 30 km, dos antigos caminhos que, vindos de norte e de nascente (como ainda hoje fazem as estradas nacionais) prosseguiam na direcção sul, a Monchique ou, contornando este maciço por oeste, ao Algarve Ocidental, ao Promontório Sagrado de Sagres / S. Vicente e a Lagos, a antiga Lacobriga. Estes itinerários foram provavelmente desenhados em articulação com a actividade do porto marítimo-fluvial. O Cerro do Castelo de Odemira, relativamente escondido no fundo do vale, seria, portanto, um sítio abrigado da insegurança acarretada pela proximidade ao mar (pirataria, guerra marítima), e onde se exerceria a defesa e controle directo do seu território e da circulação fluvial e terrestre, sobre as quais detinha bom domínio visual. Era fácil ver quem vinha pelo rio ou quem o pretendia atravessar.

A colina do Cerro do Castelo de Odemira integra modernamente o centro histórico da vila e está urbanizada pelo Bairro do Castelo e pela calçada do Jardim Alvares Cabral. Subsiste no local a memória toponímica e alguns prováveis restos arquitectónicos do castelo medieval. Tudo o resto de antigo desapareceu sob e com as consecutivas construções edificadas na colina. Mas as sucessivas Odemiras proto-histórica, romana e medieval não se eclipsaram totalmente; permanecem alguns vestígios, invisíveis, escondidos no subsolo, onde a arqueologia os tem perscrutado. Já no final do século XIX, Leite de Vasconcelos suspeitava haver neste local vestígios de uma povoação pré-romana, devido ao nome da terra e do rio, com origem na palavra celta miro. Mas só na década de 1980 viriam a ser estudados os primeiros objectos da Idade do Ferro deste sítio, fragmentos de ânforas pré-romanas de modelos púnicos tardios fabricados no litoral sul da Península, que apontavam para a inserção de Odemira na esfera do comércios marítimo de e para a zona do Estreito de Gibraltar.

Posteriores intervenções e estudos arqueológicos permitem compreender um pouco do povoado proto-histórico de Odemira, cuja morfologia se encaixa no padrão que se repete, com mais ou menos similitudes, em vários outros antigos povoados estuarinos ou ribeirinhos da II Idade do Ferro no litoral algarvio e no Baixo Alentejo interior. É mais um dos sítios que fez parte da tendência verificada no séc. IV a.C. de fundação de novos povoados em locais defensáveis, situados em paleo-estuários acessíveis pela navegação marítima, ao longo do litoral sul.

A Odemira primitiva ocupava toda a área de um hectare e meio, aproximadamente, do esporão alcandorado entre 20 e 30 m sobre o Mira, que se compõe de duas plataformas desniveladas, sendo mais larga e elevada a do lado sueste, e mais baixa e afunilada a do topo noroeste. Na plataforma mais alta, a malha urbana do bairro do Cerro do Castelo originou um aplanado artificial, relativamente recente. Um declive de 10 metros, transformado há décadas num anfiteatro de ar livre, conduz da zona da plataforma alta onde se situava o castelo medieval (no mesmo local onde está o edifício da biblioteca municipal) à plataforma baixa, chamada de Cerro do Peguinho, terraplenada para acolher o recinto ajardinado. Esta aplanação causou a destruição da maioria dos vestígios arqueológicos, e o aterro parcial das vertentes soterrou outro tanto. Como patente em fotografias antigas e se reconstituiu a partir de escavações arqueológicas na área urbana, o Cerro do Castelo tinha aparência diferente da mesa que se vê hoje.

O acesso principal ao povoado na Idade do Ferro deveria fazer-se, como ainda hoje, pelo flanco sul da plataforma alta, através da zona da rampa da travessa lateral do edifício dos Paços do Concelho. Nesta zona, foram encontrados vestígios arqueológicos da Idade do Ferro.

Escavações de salvamento realizadas em 2002-3 na obra de remodelação do cineteatro odemirense, na vertente norte do Cerro do Castelo, permitiram pela primeira vez “ler” várias “páginas” seguidas da história da terra sepultadas no subsolo, e assim compreender a diacronia da primeira fase da vida do antigo povoado de Odemira. Foi encontrado um segmento com onze metros de extensão do fosso que delimitava, pelo lado norte, o aglomerado urbano da Idade do Ferro. O fosso foi aberto na rocha até mais de três metros de profundidade e com largura superior a dois metros e meio, com perfil em forma de saco, dimensões e formato que apontam para uma funcionalidade também defensiva da estrutura, já que a presença de fossos defensivos é comum em povoados fortificados da Idade do Ferro. No caso de Odemira, o fosso foi construído no flanco mais vulnerável do povoado, voltado para norte; no lado oposto, o próprio rio abonaria protecção adequada. Não se sabe, todavia, se o fosso se prolongava para qualquer uma das outras vertentes do Cerro do Castelo, ou se ladeava uma muralha ou paliçada proto-histórica, que nunca se encontraram em Odemira.

O fosso deve ter sido aberto em algum momento do século IV a.C. (data apontada por achados de fragmentos de cerâmica ática nas terras do fundo do seu enchimento), ou até metade do seguinte. Mais antigo, é um bordo de ânfora fenícia de tipo Vuillemont R1, fabricada no sul de Espanha no séc. VII a.C., que foi encontrado também no fundo do fosso, peça que indica uma primeira presença humana no Cerro do Castelo logo no período orientalizante.

Depois da sua construção, o fosso defensivo ter-se-á mantido em funcionamento durante um período de tempo razoável, de dezenas ou mesmo mais de uma centena de anos. Depois, foi sendo lentamente colmatado em quatro grandes fases de aterros consecutivos com solos e resíduos despejados para o seu interior desde o povoado, até ficar completamente aterrado e imperceptível. Esse enchimento constituiu uma sucessão de camadas sobrepostas, cada uma das camadas contendo objectos maioritariamente típicos da época em que se formou. O estudo desses objectos (sobretudo, os fragmentos de recipientes cerâmicos) permite datar as camadas onde foram encontrados e, por conseguinte, cada uma das fases do enchimento do fosso da Idade do Ferro de Odemira. Permite também caracterizar alguns aspectos importantes da vida das pessoas do povoado.

Ao longo do século III, acumularam-se, a princípio, apenas lamas no fundo do fosso. Depois, em meados do século, uma quantidade crescente de detritos do povoado foi despejada para dentro do fosso, que se transformou num vazadouro de resíduos: restos culinários, louça quebrada de potes, pratos e tigelas. Alguns destes últimos foram importados do sul de Espanha e eram peças de muito boa qualidade, que apontam para o consumo de requintadas iguarias de sabor mediterrâneo, demonstrada também por achados de fragmentos de ânforas para azeite e preparados de peixe, provavelmente atum, oriundos da Andaluzia. Uma vez perdida, por razão desconhecida, a sua função primitiva (talvez devido uma grande derrocada da parede vertical de rocha do lado sul, eventualmente provocada por debilidade na construção ou um abalo telúrico) ainda no século III a.C., foram depositadas no interior do fosso partes de carcaça de bovídeo esquartejado, que foram cobertas por uma camada de argila vermelha antes da dar tempo à sua dispersão por animais necrófagos. Pensa-se que foi um depósito cerimonial.

Posteriores enchimentos do fosso até meados do século II a.C. continham mais materiais cerâmicos, tanto de modelos locais ou regionais, quanto importados novamente da área do Estreito de Gibraltar, incluindo vistosas tigelas de cerâmica de tipo Kuass. Na segunda metade dessa centúria, começaram a chegar, a par dos modelos púnicos tardios gaditanos (fabricados na área de Cádis, a antiga Gadir), as primeiras importações de cerâmicas romanas, sobretudo, ânforas e taças de cerâmica itálica campaniense A. Nesta fase, metade da altura do fosso estava já preenchida por sedimentos e entulhos.

Seguiu-se um depósito espesso de terras quase sem materiais arqueológicos, que aponta para uma alteração dentro do povoado, plausivelmente de abandono da área habitacional adjacente ao fosso. Finalmente, a colmatação do fosso foi retomada e rapidamente concluída entre meados e finais do séc. I a.C., com uma enorme quantidade de fragmentos de ânfora itálicas e gaditanas, destinadas ao transporte e conservação de preparados e conservas piscícolas, produtos vinários e oleários, entre as quais também bastante mais cerâmica campaniense, de modelos mais recentes.

Outras realidades da vida económica do povoado pré-romano e do período romano republicano tardio foram documentadas a partir da escavação do fosso. Em todo o seu enchimento se encontraram restos de produção de ferro, que apontam para uma alteração nos tipos de produção siderúrgica feitas na Idade do Ferro e no período romano: mais refinamento de ferro bruto e forja de ferramentas no período pré-romano, e posteriormente maior transformação primária de minerais ferrosos a massas de ferro bruto no povoado, nos séc. II e I a.C.. Estes restos permitem antever que a exploração das minas em volta da vila já se fazia com alguma desenvoltura.

A análise dos restos de fauna encontrada em todas as camadas do enchimento do fosso, empreendida por peritos em arqueozoologia, permite ter uma ideia muito aproximada dos padrões de alimentação e da pecuária praticada pelos moradores do Cerro do Castelo. E também neste aspecto é perceptível uma alteração entre a Idade do Ferro e o período romano-republicano: maioritariamente criação de gado (bovino, ovino e suíno, e, com menor expressão, aves, cão, raposa, cavalo, coelho) ao longo do período pré-romano, depois principalmente presas selvagens de grande porte (veado e javali) na fase republicana. Também os animais foram abatidos mais jovens na Idade do Ferro do que no período romano, o que indica que se passaram a utilizar neste período para exploração da tracção, de lã e de leite. Estranhamente, dada a proximidade ao estuário, a pesca aparece pouco representada, e apenas nos níveis romanos, pelos achados de vértebras de peixe e de agulha de tecer ou reparar redes de pesca. Presentes também em valvas de ostra, conchas de Murex sp..

A alteração da dieta, sobretudo na componente animal, pode significar a presença em Odemira de tropa romana. Uma maior quantidade de restos cinegéticos é mais compatível com uma guarnição militar que se exercita na caça, porque era mais habituada ao uso da espada do que da enxada; o regime alimentar de agricultores ou pastores adequa-se ao registo de fauna patente nos níveis pré-romanos do fosso. Sensível é também uma alteração no próprio padrão de consumo de produtos importados, como loiças, vinho e preparados de peixe, consumidos no período romano por uma população com mais capacidade de aquisição do que a da Idade do Ferro.

Odemira terá sido, assim, no período pré-romano e romano republicano, um entreposto comercial de produtos vindos por mar da área de Cádis - Gibraltar e do Mediterrâneo Ocidental. Os vestígios encontrados no fosso são mesmo indicadores de um povoado abastado. Um sítio habitado por gente que consumia produtos tipicamente mediterrâneos e «civilizados»: vinho, preparados de peixe, azeite, cerâmicas finas importadas. Mercadores dedicados ao comércio marítimo e metalurgistas, também. Em meados/finais do séc. i a.C. é possível no local que tenha estacionado durante algum tempo um pequeno contingente militar romano.

Não se conhece onde se situava a necrópole do povoado. No sudoeste peninsular, a maioria das necrópoles da Idade do Ferro ficavam à distância média de uma centena de metros a poente dos seus respectivos povoados, muitas vezes do outro lado de um curso de água. Cidade dos vivos de um lado, cidade dos mortos do outro, rios ou ribeiras a separá-las. É um situação coincidente com a relação entre o Cerro do Castelo de Odemira e o santuário da Senhora da Piedade, na margem esquerda defronte do povoado, associado ao rio. Este santuário mariano é muito antigo, e dele há notícias desde o século XIII. Muitas vezes, os santuários cristãos cresceram onde existia memória ou vestígios de antigos cemitérios.

Desconhecido também é nome da povoação pré-romana de Odemira. Possivelmente o nome Mira, repetido ao longo do ocidente da península para designar rios, lagoas e estuários, tem origem na Idade do Ferro, com o significado, em antigo idioma de família céltica, de curso ou extensão de água.

Depois do tempo do imperador Augusto, Odemira parece ter-se esvaziado de gente, por razões que não se conhecem completamente — as hipóteses serão, assim, que sofreu de despovoamento relativamente rápido por motivo de reorganização administrativa, ou devido à deslocação do interesse da produção económica, centrada nas actividades piscatória e mineira, para a área de Milfontes. E, não obstante alguns ténues indícios da Antiguidade Tardia, Odemira apenas ressurge no período islâmico tardio, nos séculos XII e XIII.

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Jorge Vilhena

 Fig. 1 – Veleiro ancorado no porto marítimo-fluvial de Odemira, na base do Cerro do Castelo. Imagem de postal antigo, década de 1950.

 Fig. 2 – Vista aérea do centro de Odemira, com sinalização do Cerro do Castelo (linha de contorno a vermelho) e localização do fosso defensivo da Idade do Ferro (seta e linha intermitente a vermelho).

 Fig. 3 – Aproximação a Odemira na subida do rio Mira, com Cerro do Castelo “escondido” no fundo do vale.

 Fig. 4 – Planta do Cerro do Castelo de Odemira e intervenções arqueológicas nele realizadas: 1 – Localização do antigo castelo medieval, actual biblioteca municipal (sondagens 1982 na base do depósito de água, com achados de ânforas de modelos romanos tardo-republicanos); 2 – Segmento escavado em 2003 do fosso defensivo da Idade do Ferro; 3 – sondagens de 1999 (níveis medievais); 4 – Recolha em obra de fragmentos de ânforas de modelos púnicos gaditanos tardios e romanos tardo-republicanos (cf. Coelho-Soares, 1986); 5 – Achados de cerâmicas da Idade do Ferro na década de 1980; 6 – Escavações de 1988 e de 2003, esta última com achados de cerâmicas pré-romanas; 7 – Possíveis torres da cerca medieval, incluindo a torre do relógio do edifício da Câmara Municipal.

 Fig. 5 – Fosso defensivo a Idade do Ferro, vista vertical após escavação.

 Fig. 6 – Fosso defensivo a Idade do Ferro, aspecto após escavação de 2003.

 Fig. 7 – Depósito de ossos de bovídeo no interior do fosso defensivo a Idade do Ferro de Odemira após queda de blocos de rocha da parede, séc. III a.C.

 Fig. 8 – Pormenor de depósito de ossos de bovídeo no interior do fosso defensivo a Idade do Ferro de Odemira, séc. III a.C.

 Fig. 9 – Restos alimentares no fundo do fosso defensivo de Odemira, séc. III a.C.

 Fig. 10 – Aspecto da densidade de fragmentos cerâmicos durante a escavação dos estratos de fase romana republicana do fosso da Idade do Ferro de Odemira, séc. I a.C.

 Fig. 11 – «Prato de pescado», tigela de mesa para consumo de preparados de molhos de peixe. Séc. III a.C., fundo do fosso defensivo de Odemira.

 Fig. 12 – Taça de cerâmica de tipo Kuass (séc. II a.C.), invertida, como foi encontrada durante a escavação do fosso defensivo da Idade do Ferro de Odemira.

 Fig. 13 – Conta de adorno pessoal, âmbar, do fosso defensivo da Idade do Ferro, séc. II a.C.

 Fig. 14 – Placa perfurada para suspensão em fio de colar de adorno pessoal, xisto, do fundo do fosso defensivo da Idade do Ferro de Odemira, séc. IV ou III a.C.

 Fig. 15 – Agulha ou naveta de coser ou reparar redes de pesca, fosso defensivo da Idade do Ferro de Odemira, séc. I a.C.

 Fig. 16 – Cerro do Castelo de Odemira, povoado da II Idade do Ferro, actualmente coroado pelo edifício da biblioteca municipal. Vista tomada de noroeste, do rio.

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