Lendas de Santiago do Cacém

O concelho de Santiago do Cacém possui, a par da sua rica e antiquíssima história, um largo património de lendas e mitos. Estas narrativas fantásticas contam histórias de mouras encantadas, princesas guerreiras, animais fantásticos, aparições de fantasmas, de tesouros, de Nossa Senhora, de edifícios ou de estátuas e obras de arte religiosa.

Muito está ainda por recolher e inventariar neste campo, mas diversas versões destas lendas que se contam, ou contaram, nas várias freguesias do concelho de Santiago do Cacém, acabaram por ser publicadas dispersamente, permitindo fazer a presente listagem que, ainda que incompleta, reúne já um conjunto largo de lendas:

Lendas da Freguesia de Santiago do Cacém

Lenda do Castelo de Santiago do Cacém (Fig. 1)

Segundo esta lenda, as terras ao redor de Santiago do Cacém pertenciam a um mouro muito rico que, antes de morrer, resolveu dividir as suas terras pelos filhos. Ao fazer as partilhas, os dois filhos homens escolheram a maior parte das terras, mas a filha, para espanto do pai e dos irmãos, declarou que pretendia apenas um pedaço de terra que pudesse circunscrever com a pele de um boi.

Pegando na pele e cortando-a em tiras finas, a rapariga delimitou um pedaço de terreno no topo de um cerro e, após três dias de nevoeiro cerrado, escondendo o cume escolhido, surgiu por artes mágicas o castelo de Santiago do Cacém.

Fig. 1 – Vista do Castelo de Santiago do Cacém emergindo do nevoeiro. José Matias/CMSC, 2007.

Lenda da Conquista do Castelo de Santiago do Cacém

Esta lenda conta que a princesa bizantina D. Vetácia Lascaris (também conhecida por Vetaça, Vataça ou Bataça), navegando ao largo da costa portuguesa com um exército [Nota 1], teria sido forçada a aportar em Sines devido a um temporal. Então tomou a resolução de tomar pelas armas o castelo vizinho, que se avistava no cimo de um cerro e era governado por um mouro chamado Cacém. Como a conquista se teria realizado no dia de Sant’Iago, este castelo passara a chamar-se Castelo de Santiago do Cacém.

A referida princesa, que era Lascaris apenas pelo lado materno, cresceu na corte de Aragão, onde sua mãe se refugiara. Em 1288, acompanhou D. Isabel de Aragão (futura Rainha Santa) a Portugal, aquando do casamento desta com o rei D. Dinis, ficando ao seu serviço como aia. Mais tarde, em 1302, passou para Castela, acompanhando igualmente uma infanta, agora D. Constança de Portugal, filha do casal real D. Dinis e D. Isabel, que ia casar com o rei Fenando IV de Castela. Este último monarca concedeu-lhe os senhorios de Villalar e Pedraja, que ela trocou, em 1310 e 1314, com o mestre da Ordem militar de Sant’Iago, pelos senhorios de Santiago do Cacém e Panoias em Portugal. Em 1317, a princesa regressou a Portugal, instalando-se no seu castelo de Santiago do Cacém, mas, a partir de 1325, terá passado a residir temporariamente em Coimbra, junto da sua grande amiga a Rainha Santa Isabel, já então viúva de D. Dinis. Nos seus últimos anos de vida, resolveu permanecer sempre junto da Rainha Santa, pelo que, a partir de 1332, passou a viver permanentemente em Coimbra, onde faleceu em 1336. Nesta altura, Santiago do Cacém regressou para a posse da Ordem de Santiago e Espada.

António de Macedo, no século XIX, apontava a incongruência desta história, notando que a conquista definitiva de todas as parcelas do território português aos mouros ocorrera cerca de quarenta anos antes de a princesa bizantina ter vindo para Portugal na companhia da Rainha Santa Isabel, pelo que não hesitava em classificar a narrativa da conquista do castelo por D. Vetáçia como pura lenda.

Lenda descoberta do alto-relevo “Santiago Combatendo os Mouros

Esta lenda conta que o alto-relevo da Igreja Matriz teria sido criado ainda antes da invasão islâmica, tendo sido enterrado num local nas redondezas da vila de Santiago do Cacém quando esta se dera, para que os invasores não o destruíssem. Mais tarde, tendo sido descoberto por acaso por um lavrador, o alto-relevo foi recuperado e colocado no interior da Igreja Matriz de Santiago do Cacém. Segundo esta lenda, teria sido a descoberta da referida obra de arte que originara o nome da vila.

Frei Bernardo Falcão, em finais do século XVIII, já refutava a autenticidade desta história, notando que a batalha de Clavijo, cuja lenda da aparição do apóstolo Sant’Iago se encontra representada no alto-relevo, ocorreu depois da conquista islâmica da península ibérica, sendo portanto improvável que o alto-relevo fosse anterior à referida conquista. Hoje está estabelecido que o alto-relevo foi esculpido na primeira metade do século XIV, tendo sido com toda a probabilidade uma encomenda de D. Vetácia, no entanto esta lenda associara um local nas imediações da vila de Santiago do Cacém com a suposta descoberta, conhecido por Moita da Achada, onde na primeira metade do século XX o Dr. João Gualberto da Cruz e Silva viria a descobrir os vestígios do antigo hipódromo romano.

Lendas da Freguesia de S. Francisco da Serra

Lenda de Nossa Senhora do Livramento (Fig. 2)

Segundo esta lenda, existia um pastor que guardava os seus rebanhos num cerro nas proximidades da aldeia de S. Francisco da Serra e que, tendo ouvido dizer que podia transformar o pelo de uma cabra numa cobra, resolveu experimentar.

Introduziu o pelo dentro de uma cana e todos os dias deitava leite dentro da cana, até que um dia, tal como esperado, saiu uma cobra de dentro da cana. O pastor passou a alimentar a cobra com leite, até que ela cresceu e começou a andar em liberdade pelos matos da serra, mas bastava ele lançar um “assobio quadrado” para que a cobra lhe aparecesse, sendo recompensada com a sua refeição de leite de cabra.

O tempo passou e o moço pastor teve de se ausentar para cumprir o serviço militar. Anos mais tarde, regressou à aldeia natal e, passeando com um amigo pelos campos ao redor da aldeia, contou-lhe a história da cobra. Para demonstrar ao incrédulo amigo a veracidade da sua história, o antigo pastor lançou o costumado assobio e a cobra apareceu, só que, passado todo aquele tempo a cobra tinha crescido desmesuradamente, sendo agora um monstro de grandes proporções. A cobra estaria à espera da sua ração de leite, como antigamente, mas como o seu criador não tinha leite para lhe dar tentou atacá-lo.

Neste momento e em grande aflição, o ex-pastor prometeu a Nossa Senhora que, se esta o ajudasse e matar o monstro, construir-lhe-ia, naquele local, uma ermida. Dizendo isto bateu na cobra com uma pequena vara que tinha na mão e o animal morreu instantaneamente.

Para pagar a sua promessa, o moço mandou então construir a Ermida de Nossa Senhora do Livramento.

Fig. 2 – Miradouro junto às ruínas da Capela de Nossa Senhora do Livramento – S. Francisco da Serra. José Matias/CMSC, 2007.

Lendas da Freguesia de Abela

Lenda de Nossa Senhora A Bela(Fig. 3)

Conta a lenda que, junto às margens da ribeira de Corona, teria aparecido uma imagem de grande beleza que se assemelhava a Nossa Senhora. Os habitantes do local recolheram a imagem e ergueram uma pequena capela para a recolher, tendo esta imagem e o seu templo dado o nome à localidade e freguesia de Abela.

Fig. 3 – Antiga Igreja Paroquial de Abela, pormenor de postal ilustrado editado pela Junta de Freguesia de Abela.

Lendas da Freguesia de S. Domingos

Lenda de S. Domingos(Fig. 4)

Esta lenda conta que algumas pessoas da margem esquerda da ribeira de S. Domingos tinham por hábito venerar uma imagem de S. Domingos que estava no lado oposto da dita ribeira. Tendo já a intenção de construírem uma igreja para essa imagem, transportavam-na para a sua margem, mas, na manhã seguinte, constatavam que, por milagre, a imagem regressara sozinha para o lado direito da ribeira. Por essa razão, desistiram de a transportar e decidiram construir a igreja e, mais tarde, a povoação no local escolhido pela imagem do Santo.

Fig. 4 – Igreja Paroquial de S. Domingos. José Matias/CMSC, S/d.

Lenda da Pedra da Moura

Segundo esta lenda, no local com o nome de Pedra da Moura, todos os 21 de junho surgiria uma moura a pentear-se com um pente de ouro, guardada por um touro. No dia seguinte, a dita pedra onde a moura se sentara apareceria completamente limpa de musgos.

Lenda da Fonte de Benaclares

Conta esta lenda que, junto à Fonte de Benaclares, sob um velho sobreiro, se encontraria um tesouro enterrado, guardado por um encantamento. Este tesouro só poderia ser desenterrado à meia-noite, por uma única pessoa, mas antes de o fazer, essa pessoa teria de enfrentar um touro enorme que deitaria fogo, protetor do tesouro e fruto do encantamento.

Lendas da Freguesia do Cercal do Alentejo

Lenda da Bica Santa(Fig. 5)

Esta lenda conta que andando uns pastorinhos no local da atual Ermida da Bica Santa, no pino de verão e sem encontrarem água para beber, foram acudidos por Nossa Senhora, que lhes teria aparecido e, respondendo às suas preces, colocou o pé sobre uma rocha. Imediatamente a rocha começara a brotar água, uma água finíssima, permitindo que os pastores matassem a sede. Em atenção a este milagre, foi erguida, no local, a capela, sob a invocação de Nossa Senhora da Conceição.

Fig. 5 – Capela da Bica Santa – Cercal do Alentejo. José Matias/CMSC, S/d.

Lenda da Mandorelha

Conta esta lenda que, no sítio da Mandorelha, não longe da vila do Cercal do Alentejo, na construção hoje em ruinas conhecida por casa das heras, um homem muito rico teria prendido a sua filha [Nota 2]. O pai teria lançado a chave da porta da casa (em algumas versões chamada torre) para a queda de água, indicando que o cárcere seria perpétuo. Nos primeiros tempos de cativeiro, a rapariga vinha à janela, junto às águas revoltas, onde se penteava e cantava uma canção triste. Um dia deixou de aparecer à janela e, passados alguns anos, alguém teria conseguido entrar no edifício, apenas encontrando, no chão gasto, as marcas do andar incessante da cativa, presumindo-se que ela se teria atirado à água. A partir dai, em certas noites [Nota 3], o fantasma da rapariga apareceria à janela a pentear-se com um pente de ouro e a cantar como antigamente.

Uma versão desta lenda conta que a rapariga vaguearia pelos campos junto à dita casa e que, ao romper da aurora, regressaria ao edifício transformada numa serpente, refugiando-se nas heras. Uma pessoa que visitasse a casa, em determinada hora, poderia quebrar o encantamento lançado sobre a rapariga.

Lendas da Freguesia de Alvalade (Fig. 6)


Fig. 6 – Vista geral sobre a vila de Alvalade. José Matias/CMSC, 2005

Lenda da Luz da Carniceira, ou da Caniceira

Esta é uma lenda que é contada de Alcácer do Sal até Ferreira do Alentejo, embora aparentemente o nome da lenda vá sofrendo pequenas variações geográficas: Caniceira em Alcácer, Torrão e Grândola; Carniceira em Ferreira e Alvalade. Há ainda uma lenda semelhante em Odemira, que dá pelo nome de Lenda da Luzinha da Charneca.

Todas estas várias lendas, apesar de pequenas variações regionais entre elas, tem em comum a aparição de uma luz nos campos, durante a noite, normalmente atribuída a um fantasma. De resto, cada versão da lenda apresenta uma explicação diferente para a assombração.

A versão de Alvalade fala de uma mulher muito má, que, por causa da sua maldade, não pode entrar no céu. Devido a isso, a sua alma penada vaguearia pelos campos sob a forma de uma luz, aparecendo entre as árvores e assustando as pessoas que a avistavam.

Lenda da Costureirinha

Tal como a anterior, esta lenda possui versões regionais e locais espalhadas por uma larga área geográfica, existindo diversas versões contadas em diferentes localidades algarvias, mas também na zona centro do país, nomeadamente em Castelo Branco e na Covilhã e até na zona de Coimbra. No Alentejo, onde se diz ter nascido a lenda original, são conhecidas versões de Alcácer do Sal, Beja, Almodôvar, Ferreira do Alentejo, Odemira, Vidigueira, Castro Verde e Alvalade.

Em quase todas as versões da lenda, é referida uma costureira que teria feito uma promessa a um santo ou santa (a imagem a quem era feita a promessa muda consoante a versão) e que, não a cumprindo, ficaria condenada a ser uma alma penada, qual costureira fantasma, que ninguém vê, mas cuja máquina de costura seria ouvida a trabalhar em determinadas noites do ano.

As versões contadas em Alvalade falam de uma filha doente da costureirinha, tendo a mãe prometido oferecer a máquina de costura a uma imagem sagrada, promessa não cumprida, apesar da cura miraculosa da filha, razão por que ficaria condenada a costurar enquanto fantasma. Outra versão fala de uma costureira que não teria guardado o dia de Páscoa, trabalhando sempre de dia e de noite, pelo que, quando morreu (provavelmente de cansaço), teria sido castigada por Deus a costurar eternamente, enquanto fantasma, durante a Páscoa.

Notas:

1 – Algumas versões desta lenda dizem que a princesa vinha do Mediterrânio oriental, as versões publicadas por António de Macedo, que por sua vez se baseiam na de André de Resende, dizem que ela regressava de Castela, o que está mais próximo dos acontecimentos reais do percurso de vida da personagem.

2 – Algumas versões dizem que se tratava de um nobre, que pretendia castigar a sua filha pelos seus amores por um plebeu (ou impedi-la de ver o seu amado).

3 – Algumas versões falam de noites de lua cheia, outras da noite de S. João.

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Compilação de Gentil Cesário

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